Alto Reclamador
“Ele não tem nome, identidade ou piedade. Ele é o Alto Reclamador. Hereges fogem em terror com sua aproximação, mas nenhuma alma pode escapar de seu poder.”
- Alto Exemplar Mikael Kreoss
Menoth cria e destrói. É trabalho da Ordem dos Reclamadores auxiliá-lo na destruição. Eles são uma extensão da vontade de Menoth, e assim devolvem as almas para que o Moldador dos Homens possa fortalecer-se em suas guerras no Urcaen.
Mesmo outras ordens religiosas do Protetorado se vêem obstruídas pelas normas e princípios inflexíveis adotadas pelos Reclamadores. Suas severas máscaras de ferro são aparafusadas sempre que eles caminham fora de suas celas sem adornos onde vivem e comem em total solidão. Suas últimas palavras ditas são o juramento à ordem antes das máscaras serem seladas. Mesmo suas orações devem ser silenciosas.
Um homem que fez o juramento do Último Suspiro do Reclamador destacou-se dentre os seus pares. Através deste homem o poder de Menoth fluiu sem esforço em forma de nuvens de cinzas ardentes fazendo o indigno explodir em chamas, consumido por uma agonia brutal antes que sua vida seja ceifada e sua alma enviada para Urcaen. O Hierarca Voyle reconheceu-o publicamente como Alto Reclamador, um título que denota total comunhão com a vontade de Menoth. Nenhum homem desta ordem havia demonstrado as capacidades para tornar-se um Conjurador de Guerra e isso certamente trouxe um grande incentivo para a cruzada vindoura.
A arma do Alto Reclamador trata-se de uma tocha cerimonial chamada Crematório. Ela mantém uma chama constantemente alimentada pela fúria de Menoth. Um golpe brutal do Alto Reclamador é capaz de esmagar membros e arruinar dorsos, e ainda, rasgar a armadura de um gigante de guerra como carne mortificada, além de queimar tudo que não tombe de imediato.
Aqueles soldados que marcharam ao seu lado em batalhas atestam que sua vontade é incomparável. Para se preparar para cada conflito que se anuncia, o Alto Reclamador gasta incontáveis horas em meditação e testa seus limites com um rigoroso regime de exercícios em jejum, temperando seu corpo com músculos e tendões de aço.
Ninguém está a salvo da reclamação. Dizem que Menoth sussurra ao Alto Reclamador durante suas orações, nomeando aqueles que devem retornar a Ele. Inimigos, aliados e mesmo os tidos como inocentes, nenhum deles está fora do alcance. E só sabem o que está acontecendo quando estão sob o julgo dos cruzados ou diante do silvo de Crematório. Mesmo os Reclamadores de mais baixo posto sabem das responsabilidades de seu trabalho e tem a certeza de que falhar significa reclamar a si mesmo. Talvez pelas mãos do próprio Alto Reclamador.
Modus Operanti
Ressurreição: Embora o principal objetivo do Alto Reclamador seja enviar as almas para sua existência posterior, a ele foi dado o poder de trazê-las da morte, a fim de realizar a vontade de Menoth. Um poder que está entre os maiores milagres concedidos pelo Criador dos Homens, só realizado àqueles que lutaram para preservar a fé.
Arma
Crematório: Inspirada nas antigas tochas carregadas por sacerdotes Menitas nos tempos dos Reis Sacerdotes, Crematório é capaz de incendiar a carne e quebrar os membros dos
hereges e reclamados.
Magias
Suas principais Magias são: Das Cinzas às Cinzas, Cinzas Ardentes, Imolação, Cordeiro Sacrificial
Testamento de Menoth
- Alto Exemplar Mikael Kreoss
Quando o Alto Reclamador abriu os portões de Imer e desapareceu rumo as malditas Terras Tempestuosas, muitos acreditaram que ele estava à caminho da própria morte. Temeram que ele havia decidido reclamar a si mesmo naquele momento de grande necessidade. Eles não poderiam estar mais enganados.
Lutando contra ventos cortantes e areia escaldante das planícies, o Alto Reclamador empurrou a si mesmo até os limites da vida para abrir os portões esquecidos e invisíveis até Urcaen, através dos quais ele iria renascer. Pisando no reino dos mortos, além da Cidade do Homem, onde os fiéis são protegidos em morte, ele marchou através de implacáveis hordas de reclamados, sofrendo terríveis ferimentos e com os mesmos agarrados ao calor de seu corpo ainda vívido.
Lutando contra ventos cortantes e areia escaldante das planícies, o Alto Reclamador empurrou a si mesmo até os limites da vida para abrir os portões esquecidos e invisíveis até Urcaen, através dos quais ele iria renascer. Pisando no reino dos mortos, além da Cidade do Homem, onde os fiéis são protegidos em morte, ele marchou através de implacáveis hordas de reclamados, sofrendo terríveis ferimentos e com os mesmos agarrados ao calor de seu corpo ainda vívido.
Ele lutou com sua arma, Crematório, batizando-a com o fluído efêmero de fantasmas e almas caídas, transformando o metal com cada golpe. Finalmente, os mortos dispersaram-se para relevar uma ancestral necrópole, a sombra de Icthier, repleta de inscritos Menitas nunca antes vistos por olhos mortais. A massa de antigos infiéis foi repelida pelo local santificado, o que deu ao Alto Reclamador uma chance de descobrir o templo dedicado ao Criador.
À sua aproximação, as pesadas portas do santuário abriram-se, revelando uma única tabuleta sobre um antigo altar: o Omegus. Erguendo a tabuleta de seu local de descanso a eras, o Alto Reclamador começou a ler o texto inscrito nela, em uma língua desconhecida para os homens. Sua mente titubeou quando percebeu estar diante das leis dos mortos, ditadas por Menoth. Saturado pela energia tão antiga quanto a própria vida e imbuído com a capacidade de dominá-la, o Alto Reclamador
preparou-se para retornar à passagem de Urcaen, para mais uma vez andar no mundo dos vivos. Saiu disposto a cumprir o árduo retorno dentre as massas de almas atormentadas, mas quando o Alto Reclamador colocou os pés para fora do templo, ele encontrou um exército de almas Menitas contendo a maré de desgarrados – soldados caídos da fé haviam limpado o caminho para sua passagem. Enquanto ele caminhava, os devotos protegiam-no dos infiéis. Quando um caia, dois tomavam seu lugar, até que o Alto Reclamador pudesse alcançar o portal para o outro mundo novamente.
Uma vez mais entre os vivos, o Alto Reclamador havia tornado-se algo mais – um testamento da vontade de Menoth. Ele teve seu título atestado pela Precursora e seu nome enterrado, para que ele existisse apenas como uma encarnação da Verdadeira Lei. Trajado em novas vestimentas e ostentando sua arma do outro mundo, o Testamento de Menoth é um campeão da fé como nenhum outro. Tendo completado o impossível – atravessar os portais entre a vida e a morte – ele é capaz de manter-se entre os dois mundos por um curto período de tempo sem se preocupar, desde que haja pelo menos uma alma iluminando o seu caminho.
O poder divino do Testamento foi forjado no fogo de juramentos sagrados e temperado pelas palavras ancestrais contidas no Omegus. Com um mero gesto ele é capaz de encurtar as distâncias entre os mundos para trazer de volta Menitas caídos à vida e banir as almas infiéis para os confins infernais de Urcaen, longe do alcance de seus próprios deuses menores. Os vivos o temem, os mortos o lembram e a vontade de Menoth o guia. O Testamento veio para trazer um novo mundo ao reino do homem.
Modus Operanti
Essência do Pó: O Testamento de Menoth abre os portais intangíveis entre Caen e Urcaen tão facilmente quanto o simples recuar de uma cortina. Usando estes portais celestiais, ele move seu exército entre os mundos, tornando vida não mais substancial que poeira sendo guiada pelo vento.
Arma
À sua aproximação, as pesadas portas do santuário abriram-se, revelando uma única tabuleta sobre um antigo altar: o Omegus. Erguendo a tabuleta de seu local de descanso a eras, o Alto Reclamador começou a ler o texto inscrito nela, em uma língua desconhecida para os homens. Sua mente titubeou quando percebeu estar diante das leis dos mortos, ditadas por Menoth. Saturado pela energia tão antiga quanto a própria vida e imbuído com a capacidade de dominá-la, o Alto Reclamador
preparou-se para retornar à passagem de Urcaen, para mais uma vez andar no mundo dos vivos. Saiu disposto a cumprir o árduo retorno dentre as massas de almas atormentadas, mas quando o Alto Reclamador colocou os pés para fora do templo, ele encontrou um exército de almas Menitas contendo a maré de desgarrados – soldados caídos da fé haviam limpado o caminho para sua passagem. Enquanto ele caminhava, os devotos protegiam-no dos infiéis. Quando um caia, dois tomavam seu lugar, até que o Alto Reclamador pudesse alcançar o portal para o outro mundo novamente.
Uma vez mais entre os vivos, o Alto Reclamador havia tornado-se algo mais – um testamento da vontade de Menoth. Ele teve seu título atestado pela Precursora e seu nome enterrado, para que ele existisse apenas como uma encarnação da Verdadeira Lei. Trajado em novas vestimentas e ostentando sua arma do outro mundo, o Testamento de Menoth é um campeão da fé como nenhum outro. Tendo completado o impossível – atravessar os portais entre a vida e a morte – ele é capaz de manter-se entre os dois mundos por um curto período de tempo sem se preocupar, desde que haja pelo menos uma alma iluminando o seu caminho.
O poder divino do Testamento foi forjado no fogo de juramentos sagrados e temperado pelas palavras ancestrais contidas no Omegus. Com um mero gesto ele é capaz de encurtar as distâncias entre os mundos para trazer de volta Menitas caídos à vida e banir as almas infiéis para os confins infernais de Urcaen, longe do alcance de seus próprios deuses menores. Os vivos o temem, os mortos o lembram e a vontade de Menoth o guia. O Testamento veio para trazer um novo mundo ao reino do homem.
Modus Operanti
Essência do Pó: O Testamento de Menoth abre os portais intangíveis entre Caen e Urcaen tão facilmente quanto o simples recuar de uma cortina. Usando estes portais celestiais, ele move seu exército entre os mundos, tornando vida não mais substancial que poeira sendo guiada pelo vento.
Arma
Réquiem: Com Crematório batizada nos fluidos efêmeros de almas desgarradas, a arma do Alto Reclamador também tornou-se algo além do que foi qualquer dia. Não mais precisando da fonte de fúria de Menoth para arder, leva a vontade de punição do Único a qualquer lugar.
Magias
Magias
Suas Magias preferisas são: Véu Cinzento, Do Pó ao Pó, Vingador Santificado, Reviver.
BAIXE A VERSÃO EM PDF !!!
Fonte: Forces of Warmachine Protectorate of Menoth – Pág. 50 a 53
Tradução: J. Neves IV
Diagramação: Rafaelkain


como sempre um espetaculo de informação, isso é a paixão pelo RPG. que nóis do Reduto do Bucaneiro temos para com nosso querido RDF. parabens rafao otimos post. abrilhantará ainda mais muitas campanhas pelo brasil afora.
ResponderExcluirOpa PJ...
ResponderExcluirAgradeça ao JNEVES que fez a incrivel tradução.
Nosso intuito, como sempre, é trazer materias uteis, que ajudem os fã a entender o mundo dos Reinos de Ferro.
Abraços Bucaneiro
Excelente!!!!
ResponderExcluirMano!!!! Reduto cada fez Melhor!!!!Menoth é F@#$%!! muito obrigado pelas traduções!!!!
Grande abraço!!!
Pj!!! faça nos o favor de posta os outros capit!!!
PQ a sandorana vai aparecer em minha campanha!!!rsrs!!! excelente personagen!!!
Abraço!!!!
Muito bom...
ResponderExcluirMiguel Ahrkanjo ...
ResponderExcluirTava sentindo falta do seus comentários.
Lembramos de cada um de vcs quando fazemos as traduções. Não pararemos!!!
Somber....seja bem vindo!
huahusuh foda miguel ^^ quero saber como ela vai fazer uma ponta ae na sua campanha, XD se quiser alguma ajuda como levar ela na sua campanha vc me fala^^, ela é uma mistura de anjelina jolie laracraft e jill valantine ( resident) numa mulher só. linda e perigosa.
ResponderExcluirem breve vou fazer um pdf com os personagens do livro e posto aqui no reduto. ^^
final de semana tem capitulo novo... agora srao apresentados mais alguns personagens do livro... um anão guerreiro... uma barda humana... uma meia elfa nyss... e um espião ranger humano. confusões aventuras e muita magia mekanica estao por vir no desenrolar da historia.
a caixa de prata vai atrair muita atenção.
até breve.
Esperamos com ansiosidade...
ResponderExcluirAbraços