06/08/2011

Reduto e sua "Nova" Postura [Enquete]

 Acredito que após a União do Vapor, que fez um trabalho memorável, o Reduto do Bucaneiro foi sem dúvida quem realmente deu suporte a este cenário.

Porem, acredito que todos devem ter percebido que há muito não falamos exclusivamente dos Reinos de Ferro. Isso para mim foi um processo natural e agradável.

Hoje sinto-me mais livre e devido à quantidade de acessos, vejo que tenho agradado mais pessoas. Estou comunicando minha preocupação porque tenho planos de mudar a cara da nossa e-zine definitivamente, mas tudo dependerá do feedback.

Entretando, após algumas "reclamações" resolvi perguntar à vocês:


Responda à Enquete acima sobre: 
O que tem achado da "nova" postura do Reduto do Bucaneiro?



Sobre o Autor:Rafaelkain:

Joga RPG há 11 anos. Fã de cenários apocalipticos e terror pessoal. Casado, pai de família e apaixonado pelo que faz. Coordenador do Reduto do Bucaneiro junto com seus fíeis amigos e esposa. Sua mente gira entorno dos Reinos de Ferro, Heavy Metal, Jiu Jitsu, Games e da loucura de Ganhar dinheiro. Um insano que não deveria estar à solta.

05/08/2011

Belregard - O Cortejo Sombrio "Baricos de Latza"









Latza é uma pequena concessão à oeste de Varning, próxima o bastante de Dalanor para gozar de certa tranquilidade. Regida pela casa dos Florenci, Latza não parece partilhar dos mesmos problemas que o resto de Belregard, no que diz respeito à guerra e a corrupção que batem à porta do mundo civilizado. Para aqueles mais jovens, a região sempre foi agradável, pacífica e próspera. Eles não estão errados, em todo, mas houve um episódio que maculou a aura de Latza. Foi em 900 DA, quando o Criador desceu a Belregard para guiar seus eleitos, que um culto profano dominou a todos nesta pacata região.



Os registros oficiais da Igreja não falam sobre a Ausência de Deus, que ocorreu três dias antes de sua vinda. Para os mais religiosos este foi o momento onde o Único testou a fé dos homens, vendo quais continuariam com ele sem que ele lhes desse a graça que tornava possível a realização de pequenos milagres. Baricos, o senhor de Latza, que não passava de uma singela aldeia, naquele período, teve seu próprio dom roubado. Não tratava-se de um senhor mal quisto pelo seu povo, mas a ganância de Baricos era lendária. Diz-se que ele recebeu a concessão de Latza diretamente das mãos do monarca, Karn VI, como uma última tentativa de afastá-lo das políticas da corte. Em Virka sua presença não era querida, mas em Latza com sua própria corte, era um rei de verdade.



Talvez por influência das histórias que ouvia dos dalanos, sobre leões, raposas e lobos, Baricos tenha decidido ordenar que seus homens construíssem um novo ídolo. Ninguém sabe ao certo o que motivou o nobre sacerdote louco, mas é fato que uma imagem blasfema foi criada nas entranhas da terra. Nem todas as pessoas de Latza sabiam disso, Baricos escondeu sua fraqueza enquanto pôde e, mantendo um trabalho incansável de seus homens, criou o ídolo em apenas dois dias. Ele parecia feito de ouro. Tinha um corpo robusto, apoiado em quatro patas poderosas. Se caminhasse, seria ameaçador e elegante. Lembrava um leão, mas seu rosto era ocupado por terrível semblante humano, vazio e perdido.



A figura irreal desfilou pela cidade sobre uma liteira, com o próprio nobre sendo um dos homens que a carregava. Como Baricos era um religioso, homens e mulheres humildes apenas o seguiram, prestando homenagens ao ídolo profano. Colocaram-no na praça da cidade e o sacerdote ordenou que todos trouxessem aquilo que mais amavam para oferecer ao Cão do Criador, era como Baricos nomeou sua criação. Um após o outro, camponeses e nobres menores trouxeram bens de valor, todos eram recusados com pesados golpes no rosto, seguidos de insultos. Temerosos da ira de Deus, um dos homens, um jovem lavrador, disse que seu bem mais precioso era a própria vida e que não temia dá-la a Deus, já que a ele pertencia desde sempre. Com um sorriso insano, Baricos trespassou-o com seu punhal, fazendo a terra nutrir-se com o sangue inocente. O que se seguiu foi um verdadeiro massacre. Pais mataram filhos e filhos mataram pais.



Ninguém sabe que fim levou Baricos, mas a estátua do Cão do Criador ainda existe e adorna os subterrâneos de Varning. Alguns dizem que lhe prestam homenagens, já que a Castelania é apontada como um antro de pecadores e transgressores. Independente de seu destino, este é apenas um episódio que descreve bem como se sentiram os homens que viram-se abandonados por Deus subitamente. Sem qualquer aviso, aquele alento que lhes tornava seguros, confiantes, deixou de lhes dar forças. Não sabiam para onde olhar, a quem recorrer, não desejavam demonstrar fraqueza perante seus súditos. É nesse momento que separaram-se os verdadeiros crentes dos meramente convenientes. Aqueles que não usam a fé como uma muleta para arrastarem-se em suas vidas. Perdidos, sem um chão, foram presa fácil para a Sombra.



Inúmeros outros casos como este ocorreram, talvez até mais sangrentos e desesperadores. O que preocupa é o fato de que, hoje, Deus está morto! O clero de Belregard esforça-se para manter este segredo muito bem guardado. Quando um iniciante da seus primeiros passos dentro de qualquer ordem sacerdotal, ele mantém a esperança de que será capaz de operar certos milagres com o tempo, conforme aproxima-se do centro da espiral de conhecimento divino, mas isto não acontece nunca. Não há magia em Belregard, não como a que os homens possuíam, antes da morte do Pai. O que poderia acontecer se esse sentimento de abandono novamente acometesse a todos?
Sobre o Autor: JNeves IV
JNeves IV Pseudo-educador e    desconstrutor     de tudo o que deveria ser correto. Jogador a mais de 10 anos sempre foi daqueles voltados à ambientações e descrições, resolvendo boa parte das picuinhas com um simples “tá beleza, rola destreza!”. A paixão pelos Reinos de Ferro veio como uma consequência natural a leitura da Trilogia do Fogo das Bruxas, trilogia esta que deveria conter um alerta em sua capa, devido à dependência que causa.

04/08/2011

Expandindo Horizontes - À Espera do Super Homem e a Educação no seu Cenário

"O filme retrata a verdade inconveniente que os problemas educacionais não está ligada ao dinheiro, tampouco à qualidade intelectual dos alunos, mas sim uma manipulação de dezenas de milhões de dólares através de programas falidos da “Industria de votos americana”.  

- Rick Ayers, Professor Interino da Universidade de São Francisco

 
Recentemente tive a ótima oportunidade de assistir ao documentário Waiting Superman. Um documentário feito em 2010 pelo diretor Davis Guggenheim e o produtor. Lesley Chilcott. O filme retrata a precariedade e erros do sistema de ensino público americano , analisando diversos alunos do sistema educacional, mostrando seu sonho de conseguir ser selecionado através de uma “loteria” que permitirá que eles adentrem à uma rede de escolas modelo conhecido como escolas charter . O nome dado ao documentário é baseado em uma entrevista com Geoffrey Canadá, criador das escolar Carter, onde ele relata que quando criança acreditava que o Superman salvá-lo-ia da marginalidade do gueto em que morava, e quando sua mão lhe disse que o homem de ferro não existia, ele ficou desacreditado. 

O filme recebeu o Prêmio do Público de melhor documentário em 2010 no Sundance Film Festival. O filme também recebeu o Melhor Documentário no Prêmio Critics 'Choice Movie.

A realidade mostrada no filme não é muito diferente do que vemos no Brasil a não ser por um fator impressionante e vergonhoso: A Estabilidade dos Professores.

Esta Estabilidade foi uma medida conquistada pelas mulheres professoras os anos 80, onde buscavam garantir seu sustento independente do poder financeiro de seus maridos. Até a data atual, um professor americano que tenha “sobrevivido” por dois anos ao sistema acadêmico NÃO pode ser demitido de maneira alguma. No máximo, ele será empurrado para outra escola. 

E porque não mudam isso?

Pois o Sindicado dos Professores é o maior dos Estados Unidos, garantindo quase 46% dos votos americanos. Deste modo, o Sindicato dos Professores é uma organização extremamente poderosa, para não dizer intocável.
Em um calculo rápido, eles apresentam que: 

Um presidiário custa 33 mil dólares por ano. Multiplicando isso por quatro anos, temos um custo de U$ 132 mil aos cofres públicos.

Enquanto que um aluno em escola particular média custa U$ 8.300 dólares por ano. Multiplicando por 13 anos, temos um custo de U$ 107.900 dólares. 

Cada presidiário que passa 4 anos na cadeia consome 13 anos de estudo de qualidade.

É algo que não conseguimos entender correto?

A situação é tão critica nos EUA que até Bill Gates ficou alarmado e se pronunciou no documentário, criticando a “Indústria da Evasão”, uma verdadeira fabrica de desiludidos.

E no RPG?

Bem, durante o curso da historia, diversas vezes ditadores utilizaram a Ignorância como arma de destruição em massa. 

Pense no seu cenário favorito, independente dele, agora visualize sua maior potencia, agora pense nele sem todo o seu conhecimento. Ele estaria fadado ao fracasso.

O RPG vive da historia humana, por isso, não tenha medo de utilizar parte do nosso mundo corriqueiro no seu cenário favorito.

Ganchos de Aventura

A Magia: Sendo a magia uma arte totalmente ligada à estudos, vetar tais conhecimentos, faria que, com o passar dos anos, apenas alguns sejam possuidores deste conhecimento. Pensando em ser a maior potencia mágica, a principal potencia do seu cenário tem desmantelado os principais círculos arcanos de estudo e tomado posse de todos os tomos conhecidos. Eles pretendem tornar a magia algo controlável apenas por eles.

A Tecnologia: A melhor maneira de sobrepor o poder de seus rivais é estando tecnologicamente acima dele. Pensando nisso, o governo da maior potência tem financiado a “ignorância” e dificultado todo tipo de desenvolvimento cultural em suas colônias.

A Política: Uma grande nação tem espaço para todos: ignorantes, medianos e inteligentes. E porque transformar todos em inteligentes se estes pensam demais? Uma verdadeira potencia sempre manterá um “grupo manipulável” para lhes garantir um influencia política para favorecer o seu governo.

A Guerra: Pensando que em cenário medievais a força militar está ligado aos civis e não militares interinos. É obvio que potencia em estado hostil fará tudo o possível para manter seus cidadãos sob seus “cabrestros” para manipulá-los cegamente e de modo pouco custoso financeiramente. 

Agradecimento à Pablo Parzanini



Sobre o Autor:Rafaelkain:

Joga RPG há 11 anos. Fã de cenários apocalipticos e terror pessoal. Casado, pai de família e apaixonado pelo que faz. Coordenador do Reduto do Bucaneiro junto com seus fíeis amigos e esposa. Sua mente gira entorno dos Reinos de Ferro, Heavy Metal, Jiu Jitsu, Games e da loucura de Ganhar dinheiro. Um insano que não deveria estar à solta.

03/08/2011

Notícias Katadas - Violentina (Sucesso!!!), Star Wars (Nova Edição) e 3:16 (Promoção)


O lançamento da campanha de financiamento coletivo do Violentina no dia 01/08 foi estrondoso! Conseguimos atingir a meta inicial de R$2.000,00 em nada mais que inacreditáveis 3 horas!!! Exatamente às 11:00 da manhã da última segunda-feira o Violentina deu seu último passo para deixar de ser uma proposta extremamente bacana do Eduardo, para se tornar o primeiro jogo nacional a ser publicado através de incentivo coletivo. E que começo com pé direito hein? Esperamos que os próximos lançamentos nacionais neste formato tenham tanto ou mais sucesso que o Violentina!

Caso a  campanha de financiamento coletivo do Violentina atinja o valor de R$4.000,00, enviaremos o PDF do Livreto, impresso no formato A5 com três novos cenários comSementes de Trama, para todos os que contribuíram com qualquer valor; bem como um bloquinho com 50 folhas de Gabarito de Papel (a “ficha de personagem” do Violentina) para os que contribuíram com mais de R$50,00! E lembrem-se, esses acréscimos das recompensas são tanto para aqueles que já colaboraram, como para quem vai fazer sua contribuição à partir de agora!


A Fantasy Flight Games anunciou que assinou uma parceria com a Lucasfilm.Ltd obtendo os direitos para publicar cardgames, RPGs e miniaturas do universo de Star Wars. E ao início de 2012, dois novos jogos já estão programados para lançamento: X-Wing e Star Wars: The Card Game!

X-Wing será um jogo de miniaturas de combate tático, onde os jogadores assumirão o controle do poderoso Rebel X-wings e dos agéis caças Imperial TIE fighters, recriando os emocionantes combates espaciais da saga Star Wars ao longo de vários cenários.

Star Wars: The Card Game será um jogo cooperativo, colocando 1 a 4 jogadores no comando da força de ataque Rebelde, lançando frotas de naves espaciais e guiando alguns dos heróis mais famosos da galáxia de Star Wars, mergulhando em um conflito galático emocionante, afim de combater e repelir as forças do Império.

Ambos os lançamentos acima estarão sendo vendidos por $ 39,95 dólares. Logo mais, a FFG divulgará novas informações sobre os seus próximos lançamentos do universo de Star Wars.

Quer saber mais? Use a força, clicando aqui.


Quer ganhar um RPG Carnificina nas Estrelas?

Basta seguir o @d30rpg e @RetropunkGD no Twitter e retwitar a frase: “Galera do @D30rpg, sou Indie e quero um livro 3:16 Carnificina nas Estrelas da @RetropunkGD na prateleira lá de casa!”. Além disso, você precisa enviar para @d30rpg uma foto sua com seus livros de RPG Indie favoritos. A foto mais criativa irá ganhar o livro!

Dia 12 de Agosto iremos anunciar o ganhador da promoção!

Para enviar a foto você pode usar o Twitpic ou outro serviço de compartilhamento de fotos!

Via D30



Sobre o Autor:Rafaelkain:

Joga RPG há 11 anos. Fã de cenários apocalipticos e terror pessoal. Casado, pai de família e apaixonado pelo que faz. Coordenador do Reduto do Bucaneiro junto com seus fíeis amigos e esposa. Sua mente gira entorno dos Reinos de Ferro, Heavy Metal, Jiu Jitsu, Games e da loucura de Ganhar dinheiro. Um insano que não deveria estar à solta.

RPG & Arte - Matt Wilson, "Sr. L5R & Reinos de Ferro"


Nascido por volta de 1972, reside atualmente em Bellevue do outro lado da água de Seattle com sua esposa, Sherry, e o cão Argus”, e três gatos anonimos. 

Eu trabalhei na indústria de jogos desde 1995, como um artista e diretor de arte. Trabalhou com a Five Rings Publishing como o diretor de arte do Legend of the Five Rings CCG, e pela FASA, inc. como ilustrador e artista da equipe conceitual. Eu também passei um ano na Wizards of the Coast como desenhista do Magic: The Gathering, e mais três anos como designer e ilustrador conceitual do mesmo. 

Agora, dirije a Privateer Press com Brian Snoddy McVey e Mike. Além de executar as operações do dia a dia da empresa, é o diretor de criação dos  Reinos de Ferro e designer de jogos do Warmachine. Quase todos os seus esforços são de criar aventuras emocionantes para os novos jogadores. 

Ele é responsável por uma das melhores artes do mundo de Reinos de Ferro. Como se não bastasse, ainda é escritor, editor, revisor, roteirista e diretor de curtas metragem.






02/08/2011

Papo Bucaneiro – Indie ou Mainstream? Eis a Questão!

Devido o RPG.BLOGS nãoter reconhecido a psotagem, resolvi re-lançá-la para abranger ainda mais pessoas.

Confiram

http://redutodobucaneiro.blogspot.com/2011/08/papo-bucaneiro-indie-ou-mainstream-eis.html



Sobre o Autor:Rafaelkain:

Joga RPG há 11 anos. Fã de cenários apocalipticos e terror pessoal. Casado, pai de família e apaixonado pelo que faz. Coordenador do Reduto do Bucaneiro junto com seus fíeis amigos e esposa. Sua mente gira entorno dos Reinos de Ferro, Heavy Metal, Jiu Jitsu, Games e da loucura de Ganhar dinheiro. Um insano que não deveria estar à solta.

01/08/2011

Papo Bucaneiro – Indie ou Mainstream? Eis a Questão!

Desde o primeiro momento em que tive contato com os RPG Independentes eu tenho me tornado amante do tema, não que os grandes mainstreams tenham perdido o seu lugar na minha mesa, mas sinceramente, eu estava cansado das mesmas coisas. Quando coloquei os olhos no 3:16 Carnage among the Stars, Mouse Guard, Lady Blackbird, Esoterrorists e outros, minha mente se abriu para o RPG de uma maneira que nunca havia sonhado, e afirmo que no ultimo ano, li e vi mais idéias originais do que nos outros dez anos em que jogo este jogo.

Entretanto, esse meu amor às idéias “ame ou odeie” do Indie acredito que se deve ao fato de eu ser um narrador com alguns anos de jogo e senso crítico suficientemente capaz de deixar claro aquilo que gostou ou não. Eu sempre gostei de idéias malucas e errar para mim faz parte do processo. 

Pensando nisso vi que alguns jogadores podem não estar prontos, ou nunca estarão, para jogar rpgs indies. Mas por quê? Acompanhe abaixo

A Falta de Regras Minuciosas

Recentemente tentei apresentar a idéia do 3:16 e O Rei Morto para alguns amigos meus e a experiência não foi das melhores. Como se as enumeras regras de D&D lhes dessem “segurança”, ao se depararem com um “apenas descreva como você destroçou 2d10 aliens” eles congelaram. Com a falta dos dados de dano e as inacabáveis manobras de combate, eles simplesmente viram-se desarmados.

O mesmo aconteceu com o Terra Devastada. Devido à inexistência da uma lista de capacidades (o que seria ridículo para sua temática), meus jogadores (e o mesmo aconteceu com outros que conversei pela net) sentiram-se presos ao fazerem seus personagens, como se não ter uma lista lhes deixassem completamente perdidos, chegando a levar mais de uma hora para construir seus personagens.

Como se não bastasse, os RPG’s citados acima usam um sistema de dano e vitalidade totalmente fora do padrão rpgistico, o que também lhes deixou atordoados.

Percebi também que para muitos jogadores não basta apenas à descrição, sem regras claras sobre suas habilidades, eles não conseguem fazer personagens únicos. Se não existe uma Vantagem que custe +1000 pontos, o jogador não consegue dizer que seu personagem tem uma habilidade relevante.

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