11/01/2012

Em Reformução

Aos Bucaneiros...

Sei que já falamos isso antes, porem, neste momento estamos providenciando uma mudança de casa. Iremos possivelmente para um domínio melhor, para assim, atender melhor nosso leitores.


Aguardem boas novidades

04/01/2012

Eventos de RPG 2012 (E uma presença mais que especial)




Bucaneiros!!!

2012 já começa com duas ÓTIMAS noticias!
A primeira, é que está confirmada a 3º edição do World RPG Fest. Não pude ainda participar do evento (São Paulo é um pouquinho longe de Curitiba) mas pelo que fui informado, e pelo que foi o RPGCON, estou começando a pensar em uma pequena viagem.
A segunda, é referente ao convidado especial do evento. Ninguém mais, ninguém menos, que Monte Cook!

Sim kamaradas, O CARA estará novamente em terras Brasileiras. Em sua ultima vinda, no finado EIRPG (em 2006) tive a oportunidade de escutar um pouco das palavras deste simpatico gringo, mas fica para nosso colega Rafael a honra de ter um foto com o mestre!

E ai, alguém "na pegada" de fazer uma visitinha ao nossos amigos de Curitiba? Ouvi dizer que é uma terra de belas e voluptuosas Iosanas!

Mais informações: http://www.worldrpgfest.com.br/blog/2012/01/world-rpg-fest-convidado-internacional/
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Sobre o Autor: Kairo Abade
Fã incondicional de Reinos de Ferro, tento através do blog mostrar algumas criações e pesquisas que tenham relação com cenário e a todo "nerdverso". Interessado em técnicas de narrativa e sistemas "frankenstein", sou adepto da máxima: "Este jogo não foi criado para ser confortável, mas para provocar e inspirar. Foi planejado para fazer você pensar e sentir, sonhar e aspirar."

Entre o trabalho duro aqui em Caspia, e as reuniões em tavernas obscuras, passo o tempo escutando muito Soul, R&B, Blues e Rock'n Roll. Isso tudo, claro, regado á um bom café.

03/01/2012

Coisinha Verde Anuncia Lista de Lançamentos!

Um dos caras mais dedicados do mercado nacional independente do RPG, O Thiago “coisinha verde” busca a ajuda de todos os que desejarem se envolver em um dos sete projetos em andamento. Confira.


O “Coisinha Verde” através de seu blog (http://coisinhaverde.com/blog/ ) pretende demonstrar o andamento de seus projetos e de acordo com seus objetivos, tentará finalizar um jogo por mês. Para isto abre as portas para todos os que desejarem ajudar.
A lista conta com produtos ligados ao RPG, Boardgame, WarGame e Cardgame.
Confira como anda cada um:
Card Goblins – Card Game – 90%
Ninjas Ninjas – RPG – 50%
A Grande Saga – Board Game – 50%
Motin Pirata – Dice Game – 70%
Calisto 2 – RPG – 50%
Overkill – Board Game – 75%
Guerra dos Trocos – War Game – 30%
Participe! Apoie esta idéia - http://coisinhaverde.com/blog/

01/01/2012

Quadrinhos e Filosofia!






Essa ilustração foi feita a pedido do amigo Marcos Carvalho Lopes, para ser usada em uma revista de filosofia chamada Redescrições, sendo publicada de forma quadrimestral pela  GT-Pragmatismo e  Filosofia Americana da Anpof. 


O pedido era uma ilustração que pudesse sintetizar a relação entre a filosofia e os quadrinhos. Realmente nada fácil! Apos alguns estudos achei que seria interessante o uso de alguns elementos que pudessem reproduzir esses símbolos que representam cada coisa. 


A coruja é dita como símbolo da folosofia, associada a deusa Athenas, que era a deusa da sabedoria, um animal que consegue ver na escuridão, representando a capacidade dos sábios de enxergarem muito além.


O uniforme do personagem é uma brincadeira em referência ao Superpato, um super-herói dos quadrinhos Disney, alter ego do Pato Donald, originalmente como meio de vingar-se secretamente de parentes como seu sovina Tio Patinhas e seu primo Gastão, mas logo começou a combater outros adversários.



A composição geral remete As Aventuras de Tintim é o título de uma série de HQs, criada pelo autor belga Georges Prosper Remi, mais conhecido como Hergé, no ano de 1929. O herói das séries é o personagem Tintim, um jovem repórter e viajante belga. Ele é auxiliado em suas aventuras desde o início por seu fiel cão Milu. Os dois apareceram pela primeira vez em 10 de janeiro de 1929, no Le Petit Vingtème, um suplemento do jornal Le Vingtième Siècle destinado ao público infantil. 


Definido os elementos a serem usados, fiz uma substituição dos personagens originais nessa capa de Tintim pelos novos elementos, onde Milu de lugar a coruja de Athenas e o próprio Tintim deu lugar a essa releitura do superpato.

Belregard - Reformulando o Reformulado


Mulher Belgha - Arte de Bert
Saudações, leitores!

Finalmente a correria estudantil do fim de ano está terminando. Devem ter percebido que o número de postagens no blog, assim como no Tirisfalen, diminuiu muito nesses últimos meses e só posso pedir desculpas quanto a isso. Passei por uma falta de tempo extrema e tudo isso é culpa dos diários, malditos diários! Ainda acho que voltarei à escola nas férias pra passar um deles a limpo, dá pra acreditar? É tanta frescura com estas coisas que chega a desanimar, mas não vou tornar isso o blog do desabafo do professor. Vamos falar de novidades!

Pretendo retornar com a reformulação de certos aspectos da história de Belregard, o cenário que vem sendo desenvolvido aqui no blog ao longo do ano, e mesmo a versão “nova” da Era da Vergonha deve sofrer alterações mais uma vez. Alguns podem ver isso com maus olhos, já que eu não pareço me decidir sobre o que fazer, mas creio que seja natural no desenvolvimento de um cenário que pretende ser rico e capaz de caminhar com as próprias pernas.

Aqueles que acompanharam o desenvolvimento do cenário desde o início (1d4-2 leitores) devem se lembrar que a primeira versão da história estava imensa. Pretendo deixá-la mais enxuta e sem tanto detalhamento. Isso não quer dizer, porém, que ela vai perder sua riqueza. Os conflitos e episódios marcantes que foram detalhados nesta versão antiga continuarão presentes na nova, mas serão detalhados quando for preciso e na área que lhe for mais conveniente.

Uma das coisas que mais me orgulho, no que diz respeito ao desenvolvimento, é que consegui deixar Belregard em um status quo pronto para caminhar sozinho. Qualquer narrador seria capaz de enxergar os conflitos latentes naquela terra e assim ver um desencadear natural dos fatos. Quando fiz a primeira reformulação, colocando muitos dos elementos que vieram por sugestão do meu braço direito, e esquerdo, Rafael Kain, senti que ficou tudo meio torto, meio frouxo. Culpa minha, claro! Que tentei só encaixar a ideia dele, quando na verdade precisaria ter feito toda uma releitura do trabalho.

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